Sobre
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Uma… geração interativa?
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Geração Interativa e Nativos Digitais
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Geração interativa, Nativos digitais, Geração Y ( e aqui) e a Geração Z[1]: nos desafios deste tema, que “classifica” ou organiza as últimas quatro gerações a partir de nomenclaturas que se tornaram popularmente conhecidas, é impossível não perguntar: é possível classificar uma pessoa apenas pela idade?
E a partir dessa indagação, de novo perguntar: Conflito de gerações existe ?
E este conflito (porque ele existe) ocorre só nas empresas? Nas escolas?
Ou ocorre na vida e é um conflito que sempre existiu entre gerações e suas respectivas “visões de mundo”?
Por que, sinal dos tempos, grande parte dos conflitos se encaixa no que chamamos de ‘Cultura Digital’ e a grosso modo, é o que o nome indica: um modo de lidar com o digital e com o virtual que foi incorporado à cultura do século XXI.
E se o choque entre “visões de mundo” diferentes é a hipótese mais viável, uma harmonização entre gerações talvez devesse ocorrer através de ações conjuntas de inclusão digital para alunos, educadores e responsáveis. E também entre as pessoas de uma empresa, através de harmonizações, gestão de conflitos e educação corporativa.
Porque é a vida que é importante e a vida se dá nas escolas, no trabalho, em casa, no mundo…!
E também pensando nos aspectos de segurança na e da rede e nos caminhos digitais, no “como educar pensando na interação”, no incentivo da colaboração sem descuidar da segurança, como fazer ? Fazendo isso sem focar exageradamente na questão do “digital”, considerando que se está educando para a vida, não só para um mundo “digital”. Se está educando para a VIDA.
E mais: o comportamento das crianças/jovens de hoje em dia está diretamente ligado à possibilidade de acesso a computadores ou elas encaram o mundo de modo diferente, independentemente do acesso à computadores e mídias móveis? Será que elas não “funcionam” de maneira diferente, independentemente de terem ou não acesso a computadores?
Será que o mundo está mais rápido? Quem será que realmente “dita” a velocidade em que devemos “funcionar”? E como conciliar isso entre educadores e educandos, seja nas escolas, seja nas organizações?
Não há respostas fáceis para nenhuma das indagações acima. Nem caminhos prontos.
Bem vindos ao Século XXI !
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[1] E também uma Geração C, de “conectada”. Ver http://geracaointerativa.wordpress.com/2011/06/27/geracao-c/